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Osteopatia

A Osteopatia é uma abordagem terapêutica manual que tem como objetivo avaliar e melhorar a mobilidade, a função e o equilíbrio do sistema músculo-esquelético.

Através de uma avaliação individualizada, o osteopata procura identificar alterações de mobilidade e possíveis relações entre diferentes estruturas do corpo que possam estar associadas à dor, desconforto ou limitação funcional.

As técnicas utilizadas são adaptadas a cada pessoa, tendo em consideração a idade, condição clínica, sintomas e necessidades individuais.

Osteopatia pediátrica

Em que situações a Osteopatia pode ajudar?

  • Dores e alterações da mobilidade da coluna cervical, dorsal e lombar;
  • Dores musculares e articulares;
  • Alterações posturais;
  • Cefaleias associadas a tensão musculoesquelética;
  • Disfunções da articulação temporomandibular;
  • Desconforto relacionado com esforço físico ou atividade desportiva;
  • Limitações de mobilidade;
  • Acompanhamento durante a gravidez e no período pós-parto;
  • Recuperação funcional após situações de sobrecarga ou lesão musculoesquelética.
Osteopata em tratamento

A consulta inicia-se com uma avaliação clínica e funcional, a partir da qual é definida a abordagem mais adequada a cada pessoa. Sempre que necessário, poderá ser recomendada avaliação ou acompanhamento por outro profissional de saúde.

Osteopatia Pediátrica

A Osteopatia Pediátrica é uma área da Osteopatia direcionada para bebés, crianças e adolescentes, tendo em consideração as características próprias de cada fase do crescimento e desenvolvimento.

O nascimento e os primeiros meses de vida são períodos de grandes adaptações.

A avaliação osteopática procura identificar alterações de mobilidade, assimetrias ou tensões musculoesqueléticas que possam estar relacionadas com o conforto, a postura e o movimento do bebé ou da criança.

A abordagem é individualizada e as técnicas utilizadas são suaves e adaptadas à idade e ao desenvolvimento de cada criança.

Em que situações pode ser indicada?

  • Assimetrias cranianas, como a plagiocefalia posicional;
  • Torcicolo congénito ou postural;
  • Preferência persistente em manter a cabeça rodada para um dos lados;
  • Assimetrias posturais;
  • Alterações da mobilidade;
  • Tensões musculoesqueléticas associadas ao nascimento;
  • Dificuldades relacionadas com o posicionamento do bebé;
  • Desconforto associado à alimentação, regurgitação e refluxo, após adequada avaliação clínica;
  • Cólicas e desconforto abdominal;
  • Dificuldades relacionadas com a amamentação e posicionamento;
  • Acompanhamento das diferentes etapas do desenvolvimento motor;
  • Alterações posturais durante o crescimento;
  • Queixas musculoesqueléticas na criança e no adolescente.

No bebé, sintomas como refluxo, regurgitação, choro persistente, cólicas ou dificuldades alimentares devem ser devidamente avaliados.

A Osteopatia poderá integrar uma abordagem complementar quando adequado, em articulação com o acompanhamento médico ou pediátrico.

A participação dos pais ou cuidadores é uma parte importante da consulta e, sempre que apropriado, poderão ser dadas orientações simples de posicionamento, movimento e atividades a realizar em casa.